quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Nao Vah ao Kitai Sushi Bar

O rodízio custa R$ 57,50 e fica em Moema mas não se deixe enganar pelo preço e localização. Um dos piores atendimentos que já vi. Descaso e desrespeito são adjetivos que não conseguem explicar um por cento da experiência vivida.

nao vah ao kitai sushi bar
Nao vah.

Estávamos em 11 pessoas e com horário agendado. O atraso de 40 minutos para sentar à mesa não foi motivo pra o começo do estresse, visto que a hostess nos mantinha informado a todo instante e com uma simpatia que destoava do restante da brigada.

Fizemos os pedidos de bebidas e porções iniciais e, mesmo com vários alertas do Reclame Aqui, tudo parecia tranquilo.

O buffet de pratos quentes não fazia jus ao preço da empreitada mas por voltas das 16hs a fome faz alguns milagres na percepção dos sabores.

Os quase 10 temakis vieram em tempo justo. A segunda e parcial remessa de shimeji solicitada não demorou também. O combo de sashimi estava ok. Não valia as quase 60 dilmas mas não chegava a decepcionar. [Meta-comentário: Ué, não era um blog com recomendações de lugares ruins?]

O estress começou quando pedimos uma segunda remessa de temakis. Esperamos um bom tempo com bom humor. A partir daí o mesmo garçom que nos atendia sumiu e/ou fazia de desintedido quando o chamávamos, e de longe, pois ele já não chegava mais próximo da mesa. Outro garçom passou a nos atender. "Você pode ver se estão fazendo nossos temakis?". E o segundo garçom ia mas não voltava.

Alguns amigos da mesa já estavam desistindo, pensando em pedir a sobremesa, outros relutavam com os pratos quentes do buffet que estava só na rapa da panela. E nada dos temakis. Levantamos e fomos até a cozinha ver se estavam ao menos preparando os cones. Nada. A essa altura o salão já estava vazio e contávamos os minutos para começarem a colocar as cadeiras em cima das mesas. Antes disso acontecer concluímos que o jeito era pedir a conta. Tem horas que não adianta dar murro em ponta de faca.

Sempre tento ver o outro lado da história. Porque o dono do lugar orienta tão mal seus funcionários? Será que orienta? Seria recomendação do próprio dono? Em último, caso chego a imaginar se o estabelecimento já não estaria vendido, por isso tamanha displicência. É lógico que, se fosse esse o caso, ainda assim não deveria ser motivo, mas o consumidor é tão maltratado e acomodado numa zona de conforto de péssimos atendimentos que chega a ser até explicável. Mas não deveria acontecer.

Kitai - Chão e assento sujos.
Kitai - Chão e assento sujos.

Kitai - Dispenser sem sabonete nem papel toalha.
Kitai - Dispenser sem sabonete nem papel toalha.

Kitai - Dispenser caído.
Kita - Dispenser caído.




segunda-feira, 2 de julho de 2012

Nao Vah ao Nokyoski Shushi Bar


Mais uma da saga dos restaurantes japoneses. Pedimos um combinado de Teishoku que era pra vir 8 itens. Vieram 5 itens, e trocados. Não percebemos e acabamos consumindo o combinado errado. Só fomos perceber que haviam trocado o pedido quando chegou a conta com valor diferente.
Chamamos a gerente que assumiu que fez o pedido errado à cozinha. Tudo bem, erros acontecem. Mas começamos a questionar o valor, pois além de itens trocados, não vieram outros itens do combinado, como por exemplo, o sorvete.
Nesse momento a gerente tentou nos enrolar, novamente dizendo que havia feito o pedido errado à cozinha.
"Ok, entendemos que vieram itens errados, mas não achamos justo pagar por um combinado que não veio a quantidade de itens que eram pra vir, mesmo que trocados". Depois de ouvir isso a gerente disse que se quiséssemos poderíamos relevar os 10%. Nesse momento, dissemos que os 10% já não iríamos pagar de qualquer forma, pois soubemos a partir de um funcionário, em outra ocasião, que a brigada não recebe a taxa de serviço.
A partir daí começou um show de atrocidades. Falou que não poderia fazer o desconto e ponto. Relutamos em pagar o valor cheio do prato. A gerente deu meia volta, e gritou em alto e bom tom: "Que saco!". Fez o desconto. E enquanto passávamos o cartão, a gerente conversava um assunto particular com outra funcionária. Mas deu pra ouvir algo do tipo: "Acho que não vou mais, amiga. Me estressei!".
O mesmo lugar que, com algo simples e bem feito, como uma porção de Hot Roll, nos fez voltar outras vezes, conseguiu fazer com que nunca mais voltemos. Mérito de algo também simples, como falta de atenção e principalmente, educação. Educação.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Nao Vah ao Flying Sushi do Morumbi (Alameda Jau, também)

O endereço é Av. Giovanni Gronchi, 2.989. Se quiser comida boa, não passe nesse endereço.
Meus R$ 38,90 não estão brotando da terra, e enquanto isso não acontecer me recuso a gastar esse valor num rodízio que tem:
  • salmão passando do ponto;
  • guioza passado do ponto;
  • frango do yakissoba com gosto forte (passou do ponto?);
  • shimeji borrachudo;
  • sashimi descaradamente não-fresco.
A unidade da Alameda Jau do Flying Sushi já merecia um post só pra ela, mas seria, de certa forma redundância. Resolvi "dar uma chance" pra rede ao tentar essa unidade do Morumbi. Mas esqueçam, risquem o Flying Sushi de suas vidas.
A conta chegou aos 3 dígitos à esquerda da vírgula e, ao ir embora, veio aquela sensação de que não valeu a pena.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Nao Vah ao Pero Vaz (novo Porto Madalena)

Um rato andando na parede do bar. O que esperar de um bar que tem um rato andando na parede? Um bom atendimento, talvez. Mas nem isso pode se esperar no Pero Vaz, na Vila Madalena.
Já tínhamos comido e bebido quando vimos o rato. Faltava pagar a conta. Aí quando tentamos falar com o gerente sobre o ocorrido deu início a uma nova novela.
O moço chegou a dizer que é normal "essas coisas". Que ele vai em alguns lugares e encontra barata. E acha normal! Como assim??
Tão ligeiro quanto os seres peçonhentos que passeiam pelo bar, o gerente virou as costas e nos deixou falando sozinho. Simplesmente no meio do papo.
O caso foi pra Brasília, lá na ANVISA.
E parece que o Pero Vaz mudou de nome para Porto Madalena. A velha tática. De qualquer forma, Nao vah ao Pero Vaz.

E você? O que faria se encontrasse um rato no bar onde comeu e bebeu?
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quarta-feira, 7 de março de 2012

Nao Vah à Pizzaria Luana

Nao Vah à Pizzaria Luana, Zona Oeste de São Paulo. Ou melhor, não peça.
Nem sei se tem a opção de comer no salão, eu sempre pedi só no delivery e há pouco tempo fiz o último pedido.
O panfleto deixado na porta de casa é bem claro em dizer que não cobra taxa de entrega. Mas eles cobram e não avisam.
Questionados sobre a cobrança eles simplesmente dizem que o panfleto está desatualizado e que estão esperando o panfleto atual terminar para imprimir outro e distribuir. Opa, mas se o panfleto atual está por aí com a informação que não cobram a taxa, eles não deveriam cobrar, certo? Seria o correto, mas como todo estabelecimento que não está nem aí para o consumidor eles cobram sim! E com um atendimento mais mau humorado que já tive nos últimos tempos.
Mas já dizia o profeta, "há 'males' que vem para bem". Descobri outra pizzaria delivery, mais perto, mais atenciosa e com a pizza mais caprichada.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Nao vah ao Sukiya da Rua Augusta

Lucro a todo custo. Pra quem tem entende um pouquinho do mundo capitalista entenderá porque o dono do Sukiya da Augusta só pensa em lucro. A todo custo.
Isso significa ter apenas duas atendentes na loja inteira. Elas se dividem em atender o caixa, limpar as mesas e tirar os pedidos, além de várias outras tarefas que devam ter num restaurante que eu nem imagino.
Quando fui, esperei 20 minutos na fila, mais uns 10 para o pedido chegar, ainda assim sem as batatas fritas.
Não tinha mesas livres o suficiente para eu mais 6 pessoas, então fui obrigado a ajudar as funcionárias a tirar as mesas.
Na mesma ocasião, um andarilho entrou na loja e começou a pedir esmola. Até aí, tudo mais ou menos normal considerando estar na Augusta, mas o que não cabe é o andarilho meter a mão no prato de um cliente (que não fui eu), sair correndo e não ter a retratação das funcionárias que, além de tudo, tem de fazer as vezes de "segurança" da loja.
Nao Vah ao Sukuya da R. Augusta.